Justificações descabidas

O coordenador da comissão de gestão da Empresa de Saneamento e Limpeza de Luanda (ELISAL), Manuel Lote, reconhece haver alguns constrangimentos no sistema de limpeza de Luanda e aponta o dedo à ineficiência das empresas contratadas para a recolha do lixo.

«Muitas empresas não estão à altura da demanda e consequentemente não cumprem o regime contratual».

O responsável admitiu a existência de concessionária (ELISAL) e gestora do sistema público de limpeza de algum incumprimento de ordem financeira, o que em certa medida inviabiliza o trabalho das operadoras.

A ELISAL também fiscaliza as empresas de limpeza e controla 16 operadoras de recolha de lixo em Luanda. Três delas estão paralisadas por falência técnica.

“A Kiaxi Waste e a Soproenge tinham sob sua jurisdição a limpeza do município de Kilamba Kiaxi e a Solitel cuidava de Viana. As três decretaram falência técnica e a paralisação resultou num acumular de lixo durante a quadra festiva”. Justificou Manuel Lote.

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