Ministério do Ambiente reage

Reagindo as informações postas a circular sobre os amontoados de lixo que se fazem sentir nas artérias de luanda, o director nacional dos serviços de fiscalização ambiental do Ministério do Ambiente Francisco dos Santos, alegou que o mau funcionamento das operadoras tem causado a dispersão e exposição de resíduos pelas cidade, tendo reconhecido haver algum esforço por algumas empresas, mas que ainda há muito por se fazer.

“Há força de vontade de se fazer um pouco mais por parte de algumas empresas, mas a maioria delas são mesmo deficitárias e precisam rever o seu modelo e filosofia  de actuação”, considerou.

Agregado a isso, está a falta de hábito da comunidade em dar o devido tratamento aos resíduos, desde a recolha até à deposição.

Não obstante a está questão, referiu que se uma empresa não reforma o seu capital humano e  não se actualiza do ponto de vista tecnológico e operacional fica debilitada.

Francisco dos Santos notou que  os  trabalhadores das empresas de recolha e tratamento de resíduos estão sujeitos a vários perigos de saúde, pelo que merecem ser devidamente compensados.

“Dentro das políticas do Ministério do Ambiente têm sido feito trabalhos pedagógicos e de reorganização para uma melhor recolha de resíduos”, sublinhou ao acrescentar que a implementação do Plano Estratégico de Gestão de Resíduos Urbanos (PESGRU), prevê a construção de mais aterros sanitários para atender a demanda das novas centralidade do Kilamba e Cacuaco.
De salientar que as empresas de recolha de resíduos que operam em Angola são licenciadas pelo Ministério do  Ambiente, mas o seu exercício está interligada aos Governos provinciais.

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