Recolha de lixo danifica conduta da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) nas Manguerinhas em Viana

A recolha de resíduos com recurso a máquinas pesadas, tem danificado, condutas de água, cabos eléctricos e de telecomunicações, enumerou o chefe dos serviços comunitários municipal, Justino Augusto

Os focos de lixo denominado ‘passivo’ que se encontram ao longo das artérias e nas proximidades da linha-feria, tem provocado inúmeros constrangimentos aos moradores desta parcela da cidade de Luanda, a insuficiência na recolha e fala de contentores no interior dos bairros, é apontado pelas populações como a causa principal.

Filomena Araújo, acusa os vendedores do mercado, como sendo os que mais lixo deposita no local e que não é a primeira vez, que o bairro fica sem água devido a danificação desta conduta.

“Sempre que a máquina vem recolher o lixo, cria buraco e danifica o tubo que da água a zona da Caop (A), do Mindef e da Boa-fé. O prior é que as pessoas continuam a depositar o lixo e os responsáveis da EPAL aqui próximo não tomam medidas”, deplorou

O responsável, defendeu-se dizendo que, Viana é o município que menos foco de lixo ‘passivo’ apresenta em relação a outros município de Luanda, por ter adoptado o sistema de recolha de lixo porta-porta, contradizendo com a realidade contada pelos moradores.

“O lixo deve-se depositar em lugar certo, para facilitar a recolha sem constrangimento, quando o volume é maior as operadoras são obrigadas a utilizar meios que os permita fazer uma recolha que vai de encontro aos focos”, justificou.

Por seu turno o porta-voz da EPAL, Domingos Paciência, disse a nossa reportagem que factos desta natureza em Luanda, são vários e que as operadoras são obrigadas a ressarcir os danos causados, para que se possa repor o serviço. “Não é um caso isolado, acontece quase em toda periferia da cidade, mas a EPAL tem responsabilizado as operadoras”, sublinhou.

De recordar que cerca de seis operadoras tratam da recolha do lixo no que se diz agora ganhar o estatuto do mais populoso município de Luanda, dentre eles a SGO, Vista, Triambiente, Ecoenge, Engivia e a Chay-Chay, mas que não contemplam os serviços de varredura, recolha de areia e capina.

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