Responsável deplora actos de vandalismo no cemitério municipal de Viana

Luanda – O Chefe de Secção do Cemitério Municipal de Viana, Alberto Teque, lamentou hoje, quinta-feira, na circunscrição, os actos de vandalismo e de agressão física aos funcionários , que se têm registado naquele recinto, praticados por familiares por altura dos funerais dos seus entes queridos.

Em declarações à Angop, Alberto Teque explicou que para se realizar um funeral é exigido o boletim de óbito, documento emitido por entidades afins para se atestar a morte e as suas causas.

No entanto, sublinhou, muitas vezes aparecem funerais sem que os familiares se façam acompanhar desse documento, e ao exigi-lo, os funcionários são algumas vezes agredidos e as campas vandalizadas.

“ As pessoas têm tido a tendência de abandonar os corpos no cemitério sem os boletins de óbito. Os que não aparecem com os mesmos tornam-se violentos e agridem os trabalhadores que encontram no cemitério para os atender e danificam outros bens”, frisou.

Apelou a população a parar de maltratar os funcionários do cemitério, que são muitas vezes apelidados de malfeitores e feiticeiros.

“Eles são trabalhadores preparados para os servir, como os demais que funcionam nas outras instituições e empresas”, enfatizou .

Referiu que os familiares dos falecidos devem obter, para a realização do funeral, o boletim de óbito, documento da responsabilidade dos hospitais ou outras entidades de direito para se confirmar a morte da pessoa e os motivos da mesma.

“ Esses dados são importantes e vão constar da estatística do livro e dos arquivos da secretaria do cemitério”, salientou.

ANGOP

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